Mudanças com a pandemia do coronavírus

A pandemia do coronavírus (COVID-19) mudou a forma como os cuidados de saúde são prestados nos Estados Unidos e afetou as operações das unidades de saúde. Os impactos podem incluir: aumento de pacientes que procuram atendimento por doença respiratória, adiamento do atendimento de casos que não sejam COVID-19, interrupções nas cadeias de abastecimento, flutuações na ocupação das instalações, ausência da equipe por causa de doença, e o aumento nas preocupações com a saúde mental. Por outro lado, atualmente, há vacinas que são autorizadas e recomendadas para prevenir o COVID-19.

Mulher na frente do computador com máscara

As instalações de saúde precisam fornecer cuidados a todos, da maneira mais segura possível, seja para pacientes, seja para profissionais de saúde, no nível apropriado, isto é, se os pacientes precisam de cuidados domiciliares, atendimento ambulatorial, atendimento urgente, atendimento de emergência, atendimento hospitalar ou tratamento intensivo. Este guia descreve objetivos e estratégias para que as unidades de saúde operem de forma eficaz e segura durante a pandemia COVID-19 e fornece links para orientações sobre como fornecer cuidados em diferentes ambientes e situações.

Operar com eficácia durante a pandemia COVID-19:

  • – Ajuste a forma como prestam serviços de saúde a fim de reduzir a necessidade de atendimento presencial;
  • – Siga as recomendações de prevenção e controle de infecção adaptadas ao seu ambiente;
  • – Forneça serviços clínicos presenciais necessários para condições diferentes de COVID-19 da maneira mais segura possível, minimizando a transmissão de doenças para pacientes;
  • – Ajuste a forma como os serviços de saúde são prestados durante a pandemia de COVID-19, com mais cuidado e fiscalização;
  • – Durante a pandemia de COVID-19, os sistemas de saúde devem ajustar o padrão de suas abordagens de prestação de serviços de saúde para reduzir a necessidade de atendimento presencial e para minimizar o risco aos pacientes e profissionais de saúde.

Otimize o uso da telemedicina:

  • Os serviços de telemedicina devem ser otimizados, quando disponíveis e apropriados. O governo federal tornou os serviços de telemedicina mais fáceis de implementar e acessar.

Computador Doutor

A telemedicina pode ser usada para fornecer os seguintes serviços:

  1. – Faça a triagem de pacientes que possam ter sintomas de COVID-19 e encaminhe-os conforme apropriado;
  2. – Forneça atendimento urgente, identifique as necessidades de atendimento de maior cuidado e encaminhe os pacientes de forma apropriada;
  3. – Disponibilize especialistas, incluindo profissionais de saúde mental e comportamental, para condições crônicas de saúde e gerenciamento de medicamentos;
  4. – Oferecer fisioterapia, terapia ocupacional e outras modalidades como uma abordagem híbrida de atendimento presencial para uma saúde ideal;
  5. – Monitore sinais clínicos de certas condições médicas remotamente (como pressão arterial e níveis de glicose no sangue);
  6. – Atenção também aos casos de pacientes que têm dificuldade de acesso a cuidados, incluindo aqueles que vivem em áreas rurais, idosos ou aqueles com mobilidade limitada.
  7. – Pacientes que fizeram cirurgia de tumor cerebral podem necessitar de orientações constantes aos familiares e cuidadores.

Acompanhamento dos pacientes após a alta hospitalar:

  • Ofereça planejamento antecipado de cuidados e aconselhamento a pacientes e cuidadores caso ocorra um evento com risco de vida ou crise médica; 

Dicas para usar serviços de telemedicina para examinar e cuidar de pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19:

  1. Instrua os pacientes que acham que podem ter COVID-19 a usar os portais de pacientes ou ferramentas de autoavaliação on-line disponíveis ou ligar e falar com uma equipe de um consultório/clínica em vez de comparecer pessoalmente.
  2. – Gerencie a equipe para conduzir interações telefônicas e de consultas virtuais com os pacientes, desenvolvendo protocolos para que a equipe faça a triagem e avalie os pacientes rapidamente;
  3. – Determine quais pacientes podem ser tratados por telefone e aconselhados a ficar em casa, e quais pacientes precisarão ser enviados para atendimento de emergência, ir para visitas pessoais ou acompanhar com um laboratório para teste de diagnóstico de COVID-19 (ou outros serviços de teste);
  4. – Instrua os pacientes com sintomas de COVID-19 a telefonarem antes de saírem de casa, para que a equipe esteja preparada para cuidar deles quando chegarem;
  5. – Quando possível, trate em casa pacientes levemente enfermos com COVID-19.
  6. – Avalie a capacidade do paciente de se auto-isolar com segurança e monitorar seus sintomas em casa e avalie o risco do vírus se espalhar para outras pessoas no ambiente doméstico do paciente;
  7. – Forneça instruções claras aos cuidadores e pessoas que estão doentes sobre cuidados domiciliares, incluindo quando e como acessar o sistema de saúde para atendimento presencial ou em condições de urgência/emergência.

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